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AdvanceCare | Queda de cabelo no masculino e no feminino: as diferenças

Queda de cabelo no masculino e no feminino: as diferenças

Apesar de ser um problema transversal, a queda de cabelo manifesta-se de forma distinta e em fases da vida diferentes, consoante se trate de uma mulher ou homem. Conhecer as suas características e evolução é, por isso, fundamental.

A queda de cabelo está longe de ser um problema exclusivamente masculino. De acordo com um estudo realizado na Universidade da Columbia Britânica (Vancouver, Canadá), a queda de cabelo pode afetar até 70% dos homens e 40% das mulheres a certa altura da vida. Os sintomas, intensidade e causas da queda capilar são diferentes, bem como a idade em que se manifestam. Contudo, existem soluções que permitem travar ou corrigir a perda de cabelo. Nos homens e nas mulheres.

No masculino

A principal causa de queda de cabelo nos homens é a alopecia androgenética, motivada pela ação da testosterona que atrofia o folículo. Os primeiros sinais podem surgir no início da idade adulta, sobretudo se há antecedentes familiares. A queda é mais acentuada nas têmporas e na coroa e, em certos casos, resta cabelo apenas na zona lateral e na nuca. Segundo as estimativas da American Hair Loss Association, aos 35 anos cerca de 50% dos homens já terão perdido algum cabelo. Existe ainda a alopecia areata, motivada por uma reação autoimune ou predisposição genética que pode ser desencadeada pelo stress, por exemplo, e que se caracteriza pelo aparecimento de peladas em um ou vários pontos da cabeça.

No feminino

Seja associado ao stress ou a alterações hormonais, por exemplo na gravidez, a maioria das mulheres sofre pelo menos uma vez na vida de queda de cabelo, neste caso o eflúvio telogénico (motivado por agressões externas, stress, acontecimentos traumáticos, oscilações hormonais ou medicamentos). Este é um problema temporário que também pode atingir o sexo masculino e que se resolve naturalmente. Por outro lado, embora esteja associada à ação da hormona masculina, a alopecia androgenética atinge também as mulheres, sobretudo na fase da menopausa, pois a descida dos estrogénios permite uma maior expressão da testosterona. A perda de cabelo é mais difusa e não afeta apenas uma área como no caso masculino, mas abrange todo o couro cabeludo. No caso da alopecia areata, as causas e manifestação clínicas são idênticas às masculinas, envolvendo o aparecimento de peladas.

Tratamentos e soluções

Perante a suspeita de queda de cabelo deve consultar um especialista para um diagnóstico exato. Dependendo do caso, poderá ser recomendada a toma de suplementos ou aplicação tópica de produtos que restabeleçam o equilíbrio capilar e estimulem os folículos, através de fórmulas cosméticas, mesoterapia, laser e /ou electroestimulação. Corrigir ou suspender os fatores que motivam a queda, por exemplo alterações hormonais, fármacos, é também essencial. O diagnóstico de alopecia androgenética ou areata pressupõe o acompanhamento médico específico. Para corrigir as zonas afetadas pela perda de fios, existem atualmente técnicas cirúrgicas de transplante com recurso a folículos retirados de outras zonas do couro cabeludo do paciente que têm resultados eficazes e naturais.

Fortalecer cada fio

O cabelo não marca apenas a nossa imagem. Reflete também no nosso estilo de vida – stress, escolhas alimentares, tratamentos capilares – pelo que a sua saúde também depende de nós. Minimize o stress, evite ou reduza a frequência das técnicas de cabeleireiro mais agressivas (pintar, alisamento) e modere o uso de secador ou os penteados que favoreçam a tensão (rabo-de-cavalo). Deve ainda aplicar produtos capilares que respeitem o seu equilíbrio natural e que permitam fornecer os nutrientes de que necessita. Informe-se junto de um especialista sobre os tipos de produtos e ingredientes mais benéficos para a saúde do cabelo e do couro cabeludo.

A queda de cabelo é um problema comum a homens e mulheres, mas que se manifesta de forma distinta. Conhecer as diferenças é o primeiro passo para garantir uma solução adequada.

Conteúdo revisto pelo Conselho Científico da AdvanceCare.
A presente informação não vincula a AdvanceCare a nenhum caso concreto e não dispensa a leitura dos contratos de seguros/planos de saúde, nem a consulta de um médico e/ou especialista.