10 boas razões para deixar de fumar

10 boas razões para deixar de fumar

É a principal causa de mortes prematuras e doenças no mundo. O tabagismo é a principal responsável pelo cancro do pulmão, originando cerca de 90% dos casos. Cerca de 4,9 milhões de fumadores morrem anualmente. É também responsável por doenças cardiovasculares, enfisemas pulmonares, bronquite e cancro em outros órgãos do aparelho respiratório.


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Segundo um estudo da TGI, realizado pela Marktest em 2016, em Portugal, existem 18,9% portugueses fumadores. Nos últimos anos tem surgido campanhas de sensibilização do governo para incentivar os portugueses a deixar o cigarro. As próprias leis têm ficado mais apertadas e há muito que não é permitido o consumo de tabaco e de cigarros eletrónicos em ambientes fechados. 

Está na hora de deixar de fumar? Conheça 10 razões para o fazer. 

1. O tabaco tem substâncias químicas

Os cigarros contêm alcatrão, monóxido de carbono, acetona, butano, amoníaco, entre outras substâncias químicas perigosas para a saúde. Fumar um cigarro significa inalar mais de 4000 substâncias químicas, sendo que, dessas, 50 são cancerígenas.

2. O cigarro é um vício

A dificuldade em deixar de fumar está, sobretudo, nos compostos químicos do tabaco, como a nicotina, que causam dependência e alterações nos indivíduos que fumam, segundo estudos.

3. Existem alterações imediatas no nosso corpo após deixar de fumar

Ao fim de 20 minutos a tensão arterial regressa a níveis normais e, oito horas depois o nível de monóxido de carbono no sangue também normaliza. Um dia depois de deixar de fumar já diminuiu o risco de enfarte e, um ano depois, diminuiu para metade o risco de desenvolver uma doença coronária. A American Cancer Society criou uma linha temporal para ajudar a perceber o impacto do nosso corpo dos primeiros minutos que se deixa de fumar até 15 anos sem tabaco.

4. Após deixar de fumar, o risco de desenvolver doenças é igual ao de um não fumador

Cinco anos depois, o risco de ter um acidente vascular cerebral (AVC) passa a ser igual ao de um não fumador. Segundo estudos, 15 anos depois, o risco de doença coronária é também igual a alguém que nunca fumou.

5. Os fumadores passivos também são afetados

O fumo inalado contém todos os químicos presentes no tabaco, por isso, os fumadores passivos são afetados tal como os fumadores ativos.

6. A pele e os dentes ficam melhores

A partir do momento que deixa de fumar, os aspetos dermatológicos e dentários melhoram. O fumo tem ação direta na pele, aumentando o aparecimento de rugas e da celulite. Os fumadores têm também uma maior probabilidade de desenvolver problemas nos dentes, deixando-os amarelados. O cigarro causa ainda a periodontite e a formação de tártaro.

7. Poupa dinheiro

Deixar de fumar pode ser um bom aliado na poupança de dinheiro. Os portugueses fumam 12 cigarros por dia, em média. Sendo que um maço de tabaco com 20 cigarros, custa, normalmente, 4,50 euros. Ao final de um ano, pode poupar 823,50 euros. Com este dinheiro, pode investir num Plano Poupança Reforma, pensar numas férias ou guardar para uma emergência.

8. Não fumar aumenta a esperança média de vida

Uma pessoa que pare de fumar diminui o risco de morte prematura. Segundo a Direção Geral da Saúde, as pessoas que deixam de fumar vivem em média mais 10 anos, quando comparada com os que continuam a fumar. Ao mesmo tempo, o risco de cancro e de doenças respiratórias também diminui.

9. Mais energia, mais ativo

Após oito horas de deixar de fumar, o corpo começa apresentar os primeiros sinais de melhoria. Os níveis de monóxido de carbono do organismo baixam e os níveis de oxigénio no sangue aumentam. A capacidade de respiração aumenta e a respiração torna-se mais fácil. Por isso, os ex-fumadores começam a sentir mais energia para realizar atividades físicas.

10. Alterações das funções cognitivas

Os fumadores habituais têm mais possibilidade de apresentar sintomas de deterioração intelectual, como perda de memória, dificuldade na linguagem e na capacidade de aprendizagem. O novo estudo realizado por um grupo de especialistas da Universidade de Bristol, em Inglaterra mostra o impacto do tabaco e as alterações das funções cognitivas nos fumadores.

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